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Resultados do 3T11 1
A Usiminas prioriza eficiência e ampliação da sua
competitividade em um cenário desafiador
No 3T11, os principais destaques foram:
As vendas de produtos siderúrgicos atingiram 1,4 milhão de toneladas;
A produção de minério de ferro alcançou 1,6 milhão de toneladas;
A receita líquida foi de R$3,0 bilhões, estável quando comparada à receita do 2T11;
Os custos dos produtos vendidos totalizaram R$2,7 bilhões, mantendo-se estável;
O EBITDA totalizou R$343,3 milhões e a margem EBITDA foi de 11,5%;
A posição de caixa em 30/09/11 era de R$5,5 bilhões;
O índice dívida líquida/EBITDA em 30/09/2011 era de 2,5 vezes;
Os investimentos totalizaram R$688 milhões.







PARA DIVULGAÇÃO IMEDIATA - Belo Horizonte, 8 de novembro de 2011. Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. - Usiminas
(BM&FBOVESPA: USIM3, USIM5 e USIM6; OTC: USDMY e USNZY; Latibex: XUSIO e XUSI) divulga hoje os resultados do terceiro
trimestre do exercício de 2011 (3T11). As informações operacionais e financeiras da Companhia, exceto quando indicado de outra
forma, são apresentadas com base em números consolidados e em reais, em conformidade com o IFRS (International Financial
Reporting Standards). As comparações realizadas neste comunicado levam em consideração o segundo trimestre de 2011, exceto
quando especificado em contrário.
Índice Interativo
BM&FBOVESPA: USIM5 R$10,52/ação
USIM3 R$21,50/ação
EUA/OTC: USNZY US$6,24/ADR
Latibex: XUSI 4,35/ação
XUSIO 8,35/ação
Dados de Mercado - 30/09/11
· Resultados Consolidados
· Desempenho das Unidades de Negócios:
- Siderurgia
- Mineração
- Siderurgia
- Transformação do Aço
- Bens de Capital
· Mercado de Capitais
· Balanço, DRE e Fluxo de Caixa
3T11
R$ milhões
3T11
2T11
3T10
Var.
3T11/2T11
9M11
9M10
Var.
9M11/9M10
Produção aço bruto (mil t.)
1.549
1.858
1.953
-17%
5.190
5.710
-9%
Vendas físicas de aço (mil t.)
1.406
1.583
1.550
-11%
4.576
4.986
-8%
Receita Líquida
2.998
3.026
3.241
-1%
9.087
9.870
-8%
Lucro (Prejuízo) Líquido
154
157
514
-2%
327
1.304
-75%
EBITDA (a)
343
365
735
-6%
1.046
2.318
-55%
Margem EBITDA
11,5%
12,1%
22,7%
-0,6 p.p.
11,5%
23,5%
-12,0 p.p.
Investimentos
688
525
685
31%
1.843
2.200
-16%
Caixa
5.503
5.630
3.928
-2%
5.503
3.928
40%
(a) Resultado operacional antes dos juros, impostos, depreciações, amortizações e participações.
Destaques Consolidados
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Resultados do 3T11 2
Conjuntura Econômica
Ao longo do 3T11, as perspectivas para a economia mundial se deterioraram com prognósticos
pessimistas acerca das economias desenvolvidas. Segundo o FMI, o crescimento econômico
mundial em 2011 e 2012 será de 4,0%, abaixo das expectativas vigentes meses atrás e
inferior ao crescimento verificado em 2010, que foi de 5,1%. Na Zona do Euro, o agravamento
da crise relacionada à dívida de países membros tem repercutido de forma negativa no
ambiente de negócios internacionais, deprimindo a confiança dos mercados e elevando os
riscos de uma nova recessão global. Nos Estados Unidos, mesmo que fraco, o crescimento da
produção industrial e das vendas do varejo no trimestre, descarta uma iminente recessão, mas
não altera o cenário de elevada incerteza. Na maioria dos emergentes, incluindo a China, a
atividade econômica também desacelera.
No Brasil, a economia seguiu em ritmo de moderação no último trimestre e assim, deve
permanecer até o final deste ano. O corte na SELIC nas duas últimas reuniões do Comitê de
Política Monetária do Banco Central (COPOM) atuará como um contraponto à desaceleração do
consumo, prevista para os próximos trimestres. Os indicadores de confiança, tanto de
consumidores quanto de empresários, recuaram, porém, ainda sustentam otimismo com
relação à continuidade do crescimento do consumo e dos investimentos. Há risco de um
processo de desindustrialização que atinge especialmente os produtores de valor agregado
mais elevado, afinal, a indústria brasileira tem sido penalizada nos últimos anos pela crescente
valorização do câmbio brasileiro perante as principais moedas internacionais. Alta carga
tributária, taxas de juros ainda elevadas, legislação trabalhista onerosa e infraestrutura
precária compõem um diferencial negativo que, potencializado por um câmbio desfavorável,
diminui a competitividade da economia brasileira.
Em linha com a desaceleração verificada na atividade econômica, o consumo de aços planos no
3T11 permaneceu negativamente afetado pelo esforço de redução dos estoques em toda a
cadeia e contínuo aumento das importações indiretas. Para o fechamento do ano de 2011, a
previsão é que o consumo seja próximo a 12,9 milhões de toneladas, segundo estimativas
internas, representando um recuo de 6% com relação ao ano de 2010.
O Governo Brasileiro anunciou o Plano Brasil Maior que contém diretrizes para a sua nova
política industrial. O Plano traz, dentre outras, medidas de estímulo ao investimento, às
exportações e dá especial ênfase às medidas de defesa da produção local. Apesar do setor
siderúrgico não ter sido diretamente contemplado pelo Plano, a expectativa é que tenha como
efeito um favorecimento da produção industrial doméstica com resultado positivo para a
siderurgia. Adicionalmente, os investimentos em infra-estrutura decorrentes da Copa do
Mundo e Olimpíadas e investimentos no Pré-sal devem se intensificar a partir de 2012, o que
favorecerá o consumo de aço e consequentemente, a siderurgia brasileira como um todo.
Resultados
Os resultados do trimestre foram afetados pelo menor volume de vendas e pela continuidade
da pressão dos custos das principais matérias-primas.
A Usiminas manteve a sua estratégia de priorizar a eficiência e ampliar a sua competitividade,
dentre elas, a redução da dependência de seus principais insumos e ampliação da oferta de
produtos de maior valor agregado, ao longo de 2011. Foram verificadas oportunidades de
redução de custos e ganhos de eficiência, além de ações não operacionais, que passaram a ser
o foco da agenda de criação de valor da companhia. Através de uma reestruturação
organizacional, a empresa reduziu seus níveis hierárquicos para quatro níveis de forma a
tornar seus processos mais ágeis e desburocratizados. Adicionalmente, foi realizada uma
criteriosa revisão de todos os seus contratos com terceiros. Estas ações contribuirão para uma
redução das despesas gerais e administrativas no montante de aproximadamente R$100
milhões por ano a partir de 2012.
A Administração entende a nova realidade enfrentada pela siderurgia e que os desafios são
grandes, mas está confiante e concentrada em capturar o máximo de valor em sintonia com os
movimentos e oportunidades do mercado.
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Resultados do 3T11 3
3T11
2T11
3T10
9M11
9M10
11,6%
13,9%
24,8%
11,7%
23,6%
Margem Bruta
Desempenho Econômico e Financeiro
Comentários dos Resultados Consolidados

Realização de Hedge Accounting
Com o objetivo de reduzir a volatilidade do resultado da companhia decorrente da variação
cambial, a Usiminas adotou o hedge accounting em 01/08/2011 referente a uma parte de sua
dívida em moeda estrangeira. A empresa detém operações vinculadas às exportações (pré-
pagamentos de exportação) como elemento elegível para hedge de dívidas de exportação,
podendo qualificá-las como hedge accounting, passando assim a reconhecer a variação
cambial dessas dívidas no resultado, somente quando da ocorrência desses fluxos (receitas de
exportação). O valor total do hedge foi de US$738milhões e a taxa de câmbio de R$1,5563,
referente ao dia 31/07/2011.

Receita Líquida
A receita líquida do 3T11 manteve-se estável em relação ao 2T11, alcançando R$3,0 bilhões,
apesar da menor quantidade vendida de laminados na siderurgia. Neste trimestre os
segmentos de transformação do aço e bens de capital apresentaram receita líquida superior
em R$20,2 milhões e R$13,9 milhões, respectivamente. Nos nove primeiros meses de 2011, a
receita alcançou R$9,1 bilhões, 7,9% inferior ao mesmo período de 2010 decorrente,
principalmente, do menor volume vendido.

Custos dos Produtos Vendidos (CPV)
No 3T11, o CPV totalizou R$2,7 bilhões, apresentando um aumento de 2%, quando comparado
ao 2T11. Este desempenho foi decorrente do aumento de preços de matérias-primas,
principalmente do carvão. A margem bruta de 11,6% no 3T11 apresentou redução de 2,3
pontos percentuais em relação ao 2T11.
Comparativamente ao acumulado de 2010, os custos dos produtos vendidos foram 6%
superiores, uma vez que houve forte aumento de preços de matérias-primas, serviços de
terceiros e mão de obra. Como consequência, a margem bruta da Companhia apresentou o
seguinte desempenho:
Despesas e Receitas Operacionais
No 3T11, foi apurada despesa operacional de R$116,5 milhões contra com R$198,3 milhões
registrada no 2T11. Esta performance decorre da redução das despesas com vendas, gerais e
administrativas além da maior reversão de contingências judiciais. Nos 9M11, as despesas
operacionais consolidadas foram de R$452,3 milhões, inferiores em 19,8% comparadas ao
mesmo período em 2010. Esta redução se justifica principalmente pelos maiores ganhos com
reversão de contingências judiciais e recuperação de impostos obtidos no atual exercício.
3T11
2T11
3T10
9M11
9M10
MI
88%
87%
89%
86%
86%
ME
12%
13%
11%
14%
14%
Total
100%
100%
100%
100%
100%
Distribuição da Receita Líquida
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Resultados do 3T11 4
3T11
2T11
3T10
9M11
9M10
7,7%
7,4%
17,0%
6,8%
17,9%
Margem Operacional
R$ mil
3T11
2T11
3T10
Var.
3T11/2T11
9M11
9M10
Var.
9M11/9M10
Efeitos Cambiais
(138.655)
71.152
160.800
-
(9.710)
59.253
-
Variação Cambial
(158.298)
81.180
175.618
-
(33.452)
106.166
-
Swap
19.643
(10.028)
(14.818)
-
23.742
(46.913)
-
Valor de Mercado das Operações de Swap (Lei 11.638)
(34.332)
3.514
9.789
-
(32.965)
920
-
Efeitos Monetários
(16.657)
(13.014)
(11.674)
28%
(41.945)
(33.333)
26%
Receitas Financeiras
188.360
145.494
118.480
29%
481.019
265.869
81%
Despesas Financeiras
(194.482)
(161.531)
(133.243)
20%
(503.077)
(320.806)
57%
RESULTADO FINANCEIRO LÍQUIDO
(195.766)
45.615
144.152
-
(106.678)
(28.097)
280%
Resultado Financeiro - Consolidado
Dessa forma, a margem operacional da Companhia apresentou o seguinte desempenho:
EBITDA
O EBITDA do 3T11 atingiu R$343,3 milhões, 6% inferior ao 2T11. A margem de EBITDA
apresentou queda de 0,6 ponto percentual, decorrente principalmente do menor volume de
vendas realizado pela siderurgia. Nos 9M11, o EBITDA totalizou R$1,0 bilhão e apresentou
decréscimo de 55% quando comparado ao mesmo período de 2010, devido ao aumento de
preços das principais matérias-primas e ao menor volume de vendas pela siderurgia. As
margens estão indicadas abaixo:
Resultado Financeiro
O 3T11 apresentou despesas líquidas de R$195,8 milhões, contra R$45,6 milhões de receitas
apuradas no 2T11. O aumento nas despesas pode ser atribuído às perdas cambiais
decorrentes da desvalorização de 18,8% do Real frente ao Dólar norte americano no 3T11, em
contraposição à valorização do Real em 4,2% no 2T11. O efeito no resultado totalizou uma
despesa de R$158,3 milhões no 3T11 (líquida do hedge accounting de R$217,4 milhões),
contra uma receita de R$81,2 milhões no trimestre anterior.
O resultado financeiro líquido consolidado apresentou uma despesa de R$106,7 milhões nos
9M11, contra uma despesa de R$28,1 milhões em igual período de 2010, basicamente em
função dos efeitos cambiais decorrentes da desvalorização de 11,3% do Real frente ao Dólar
norte-americano em 2011 e da valorização de 2,7% no mesmo período de 2010, o que
representou uma despesa de R$33,5 milhões em 2011 (líquida do hedge accounting de
R$217,4 milhões). Em 2010, o resultado apurado foi uma receita de R$106,2 milhões.
Resultado da Equivalência Patrimonial em Coligadas e Controladas
O Resultado da equivalência patrimonial em coligadas e controladas foi de R$13,3 milhões no
3T11, próximo do alcançado no 2T11, em grande parte decorrente do resultado da participação
na MRS Logística. Nos 9M11, o resultado da participação atingiu R$45,0 milhões, contra R$40,0
milhões no mesmo período de 2010. Este montante foi 12,5% superior, refletindo os ganhos com
a MRS de R$44,0 milhões em 2011 e R$27,7 milhões em 2010.
3T11
2T11
3T10
9M11
9M10
11,5%
12,1%
22,7%
11,5%
23,5%
Margem EBITDA
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Resultados do 3T11 5
31/12/2010
Curto Prazo
Longo Prazo
TOTAL
TOTAL
Moeda Estrangeira (*)
448.708
3.783.860
4.232.568
47%
4.052.973
4%
TJLP
227.752
421.427
649.179
-
568.317
14%
Outras nacionais
330.911
2.811.786
3.142.697
-
2.573.394
22%
Debêntures
260.249
250.000
510.249
-
522.416
-2%
Tributos parcelados
60.759
58.450
119.209
-
128.093
-7%
FEMCO
0
289.204
289.204
-
262.082
10%
Moeda Nacional
879.671
3.830.867
4.710.538
53%
4.054.302
16%
ENDIVIDAMENTO TOTAL
1.328.379
7.614.727
8.943.106
100%
8.107.275
10%
CAIXA e APLICAÇÕES
-
-
5.503.112
-
4.543.566
21%
ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO
-
-
3.439.994
-
3.563.709
-3%
(*) 99% do total de moedas estrangeiras é US dólar
Empréstimos e Financiamentos por Indexador - Consolidado
R$ mil
30-set-11
Var.
set11/dez10
%
Lucro Líquido
O lucro líquido do 3T11 totalizou R$154,0 milhões, mantendo-se estável comparativamente ao
registrado no 2T11. O resultado do 3T11 está impactado negativamente por efeitos cambiais
(líquidos dos resultados de swap e hedge accounting) da ordem de R$138,7 milhões. O lucro
líquido consolidado apurado nos 9M11 alcançou R$326,7 milhões contra um lucro de R$1,3 bilhão
verificado no mesmo período de 2010. A performance em 2011 deve-se principalmente aos
impactos no custo de produção provenientes do aumento nos custos de matérias-primas, menor
volume vendido pela siderurgia em 410 mil toneladas e do resultado negativo de R$125 milhões
da venda de ações da Ternium ocorrido em fevereiro de 2011.

Investimentos
(Capex)
Os investimentos no imobilizado somaram R$688 milhões no 3T11, superiores em 31,1%
comparados ao 2T11. Os investimentos totalizaram R$1,8 bilhão nos 9M11, inferiores em 16,2%
quando comparados aos 9M10. Do total dos investimentos em 2011, aproximadamente 83%
foram aplicados na siderurgia, 11% na mineração, 3% transformação do aço e 3% em bens de
capital.
Endividamento
O endividamento total consolidado atingiu R$8,9 bilhões em 30/09/2011, contra R$8,1 bilhões
em 31/12/2010. A dívida líquida ao fim do trimestre foi de R$3,4 bilhões, contra R$2,8 bilhões
em 30/06/2011. O índice dívida líquida/EBITDA em 30/09/2011 era de 2,5 vezes.
Em 30/09/2011, a composição da dívida por prazo de vencimento era de: 15% no curto prazo
e 85% no longo prazo. A composição por moeda estava representada da seguinte forma: 53%
em moeda nacional e 47% em moeda estrangeira.


background image
Resultados do 3T11 6
3.110
414
560
788
848
811
642
239
223
19
167
2.393
16
600
811
565
433
650
231
926
Caixa
2011
2012
2013
2014
2015
2016
2017
2018
2019
a partir de
2020
Moeda Local
Moeda Estrangeira
1.160
5.503
430
1.599
1.413
1.244
1.292
470
1.149
19
Duração da Dívida: R$: 45 meses
US$: 53 meses
167
Perfil da Dívida
Mineração
Siderurgia
Transformação do
Aço
Bens de Capital
Mineração Usiminas*
Usina de Ipatinga
Soluções Usiminas*
Usiminas Mecânica*
Usina de Cubatão
Automotiva Usiminas*
Unigal *
* Controlada da Companhia
** Resultados contabilizados via Equivalência Patrimonial em Coligadas e Controladas
Usiminas Consolidado
Participação na Metform
e Codeme**
R$ milhões
3T11 2T11 9M11 9M10
3T11 2T11 9M11 9M10
3T11 2T11 9M11 9M10
3T11 2T11 9M11 9M10
3T11 2T11 9M11 9M10
Receita Líquida de
Vendas
253
266
733
726
2.511 2.793 7.995 8.943
529
508
1.630 1.842
369
355
1.050 1.057
2.998 3.026 9.087 9.870
Custo Produtos
Vendidos
(70)
(64) (192) (205) (2.479) (2.628) (7.791) (7.407) (490) (452) (1.483) (1.615) (320) (314) (924) (919) (2.650) (2.606) (8.020) (7.540)
Lucro Bruto
184
202
541
521
32
165
204
1.536
38
56
147
227
49
42
126
137
348
420
1.067 2.330
(Despesas)/Receitas
Operacionais
(36)
(30)
(88)
(60)
(32)
(95)
(163) (303)
(25)
(51)
(130) (119)
(24)
(24)
(75)
(83)
(116) (198) (452) (564)
Lucro (Prej.)
Operacional antes
Financ.
148
172
453
462
(1)
70
41
1.234
13
6
17
108
25
18
51
55
232
222
615 1.766
EBITDA
156 180 474 484
83
189
389 1.711
28
19
62
139
32
25
71
76
343
365 1.046 2.318
MARGEM EBITDA
61% 68% 65% 67%
3%
7%
5%
19%
5%
4%
4%
8%
9%
7%
7%
7%
12% 12% 12% 24%
Demonstração de Resultado por Unidades de Negócios - Pro forma não auditado
Mineração
Siderurgia
Transformação do aço
Bens de Capital
Consolidado

Desempenho das Unidades de Negócios
As transações entre as Companhias são apuradas em preços e condições de mercado.
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Resultados do 3T11 7
Mil toneladas
3T11
2T11
3T10
Var.
3T11/2T11
9M11
9M10
Var.
9M11/9M10
Produção
1.576
1.535 1.879
3%
4.665
4.958
-6%
Vendas - Mercado Interno
168
25
191
572%
246
228
8%
Vendas - Mercado Externo
161
301
-
-47%
622
368
69%
Vendas para a Usiminas
1.105
1.169 1.196
-5%
3.309
4.006
-17%
Total = Vendas
1.434
1.495 1.387
-4%
4.177
4.602
-9%
Minério de Ferro
I)
M I N E R A Ç Ã O
Mineração Usiminas (MUSA)
A Mineração Usiminas está localizada na região de Serra Azul-MG e detém ativos minerários com
reservas potencialmente lavráveis estimadas em 2,6 bilhões de toneladas. Participa na MRS com
20% do capital votante e no grupo de controle da companhia e possui um terreno em Itaguaí-RJ.
O capital da Mineração Usiminas S.A. é representado por 70% da Usiminas e 30% da Sumitomo
Corporation.

Comentário dos Resultados da Unidade de Negócio ­ Mineração
A receita líquida do segmento de Mineração no 3T11 foi de R$253 milhões, 4,9% inferior ao 2T11.
O desempenho foi devido, principalmente, ao menor volume vendido. No acumulado do ano, a
receita líquida atingiu R$733 milhões, valor próximo ao realizado em igual período do ano anterior.
O lucro bruto alcançou R$184 milhões no 3T11 e a margem bruta foi de 73%. Nos 9M11, o lucro
bruto somou R$541 milhões correspondendo a uma margem bruta de 74%.
As despesas operacionais foram superiores e totalizaram R$36 milhões, contra R$30 milhões do
2T11. Esta variação está relacionada ao aumento das despesas gerais e administrativas, em
função, principalmente, dos projetos de expansão das minas demandarem maior volume de mão
de obra terceirizada.
O EBITDA apurado no trimestre foi de R$156 milhões, inferior em R$24 milhões comparado ao
2T11. A margem de EBITDA foi de 61%. No acumulado dos nove meses, o EBITDA foi de R$474
milhões e a margem de 65%.
Desempenho Operacional e de Vendas
No 3T11, o volume de produção atingiu 1,6 milhão de toneladas, 2,5% acima do volume do
segundo trimestre. No acumulado até setembro, o volume de produção alcançou 4,7 milhões de
toneladas, 5,9% inferior ao mesmo período de 2010, para adequar-se ao volume de vendas.
O volume de vendas no 3T11 ficou 4,1% abaixo do realizado no 2T11, principalmente devido à
indisponibilidade de capacidade de porto para exportação. O volume de minério destinado às
usinas de Ipatinga e Cubatão foi de aproximadamente 1,1 milhão de toneladas.
Os volumes de produção e vendas estão demonstrados no quadro abaixo:

Investimentos
No 3T11, os investimentos somaram R$116,3 milhões desembolsados em vários projetos e
adequações para a expansão das minas, como aquisição de equipamentos e caminhões fora de
estrada para mineração, adequações e melhorias nas plantas existentes e na construção das
novas plantas de beneficiamento, em linha com o projeto de crescimento do volume de produção
e vendas para os próximos anos.
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Resultados do 3T11 8
Logística ­ Participação na MRS
A MRS Logística é uma concessionária que controla, opera e monitora a Malha Sudeste da Rede
Ferroviária Federal. A Empresa atua no mercado de transporte ferroviário, interligando os
Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, e seu foco de atividades consiste em
logística integrada no transporte de cargas gerais, como minério, produtos siderúrgicos
acabados, cimento, bauxita, produtos agrícolas, coque verde de petróleo e contêineres. A
Mineração Usiminas detém participação na MRS por meio de sua subsidiária UPL.
Os resultados do 3T11 da MRS ainda não haviam sido divulgados até a data deste release. A
MRS transportou, nesse período, o volume de 41,3 milhões de toneladas úteis de carga em
geral, dentre as quais, minério de ferro, carvão e coque, produtos siderúrgicos, cimento e
outros, representando um aumento de 8,7% com relação ao 2T11.
II)
S I D E R U R G I A

Produção de Aço Mundial e Brasileira
No 3T11, segundo dados da World Steel Association, o balanço das condições de oferta e
demanda permaneceu pouco favorável à recuperação dos preços dos produtos siderúrgicos. No
acumulado dos meses de janeiro a agosto, a produção mundial de aço bruto cresceu 8,3% na
comparação com mesmo período de 2010. Embora a expectativa é que o consumo em 2011
cresça próximo a 6,5%, este crescimento ainda não é suficiente para absorver a grande
capacidade de produção ociosa no setor.
No Brasil, as vendas das usinas siderúrgicas de aços planos no 3T11 permaneceram
fortemente afetadas pelo esforço de redução dos estoques, principalmente no setor de
distribuição. Com base em informações do INDA, apenas entre os distribuidores associados, a
redução foi estimada em 180 mil toneladas. Ao final de setembro, os estoques atingiram um
patamar equivalente a um giro de 2,7 meses, valor próximo à média histórica, demonstrando
o possível fim do processo de desestocagem na distribuição.
As importações se elevaram para uma média mensal de 232 mil toneladas, acima da média de
143 mil toneladas do trimestre anterior. Essa alta das importações traz preocupações, mas não
define uma tendência de alta para os próximos trimestres, uma vez que os diferenciais de
preços domésticos e internacionais (internados no Brasil) estão atualmente muito próximos. A
recente desvalorização do real faz com que, por ora, as oportunidades de contratação de
novas importações se tornem menos atrativas e com maior risco cambial.
Para o fechamento do ano de 2011, segundo estimativas internas, a expectativa é que o
consumo no Brasil fique próximo a 12,9 milhões de toneladas representando um recuo de 6%
em relação a 2010. Espera-se em 2012, que sejam alcançados os mesmos patamares de 2010
e que o consumo de aços planos chegue a 13,7 milhões de toneladas, 6% superior frente a
2011.

Mercado de Aços Planos
Dados estimados pela Usiminas mostram que o mercado brasileiro de aços planos consumiu
3,2 milhões de toneladas no 3T11, sendo 82% do volume fornecido pelas usinas locais e 18%
por importações.
O consumo apresentou recuo de 4% no 3T11 em relação ao 2T11. Atribui-se como principal
causa deste recuo, o menor ritmo de atividade industrial no período, decorrente tanto da
menor demanda (doméstica e externa) quanto da perda de competitividade do setor industrial
no Brasil frente às importações. Contribuiu também para essa redução, o consumo dos
estoques pelos clientes neste período.
As importações de aço elevaram-se na comparação do 3T11 com o 2T11 e houve queda de
10% nas vendas das usinas locais.
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Resultados do 3T11 9
Mil toneladas
Var.
3T11/2T11
VENDAS FÍSICAS TOTAIS
1.406
100%
1.583
100%
1.550
100%
-11%
4.576
100%
4.986
100%
Chapas Grossas
359
26%
409
26%
357
23%
-12%
1.179
26%
1.061
21%
Laminados a Quente
382
27%
471
30%
484
31%
-19%
1.330
29%
1.576
32%
Laminados a Frio
310
22%
429
27%
364
23%
-28%
1.176
26%
1.337
27%
Eletrogalvanizados
54
4%
56
4%
59
4%
-3%
162
4%
174
3%
Galvaniz. Imersão a Quente
113
8%
119
8%
118
8%
-5%
360
8%
344
7%
Produtos Processados
37
3%
34
2%
36
2%
10%
108
2%
107
2%
Placas
150
10%
65
3%
134
9%
131%
261
5%
386
8%
MERC. INTERNO
1.162
83%
1.343
85%
1.235
80%
-13%
3.735
80%
3.845
77%
Chapas Grossas
290
21%
327
21%
276
18%
-11%
882
19%
686
14%
Laminados a Quente
361
26%
441
28%
429
27%
-18%
1.232
26%
1.387
27%
Laminados a Frio
295
21%
357
23%
317
20%
-17%
968
21%
1.146
23%
Eletrogalvanizados
48
3%
49
3%
54
4%
-1%
145
3%
160
3%
Galvaniz. Imersão a Quente
101
8%
107
6%
106
7%
-5%
325
6%
308
6%
Produtos Processados
32
2%
27
2%
28
2%
18%
87
2%
78
2%
Placas
34
2%
34
2%
25
2%
0%
96
3%
81
2%
MERC. EXTERNO
243
17%
240
15%
315
20%
1%
841
20%
1.141
23%
Chapas Grossas
69
5%
82
5%
81
5%
-16%
298
8%
375
8%
Laminados a Quente
20
1%
30
2%
55
3%
-32%
98
2%
190
4%
Laminados a Frio
15
1%
71
5%
46
3%
-79%
208
5%
191
4%
Eletrogalvanizados
6
0%
7
0%
4
0%
-14%
17
0%
14
0%
Galvaniz. Imersão a Quente
11
1%
12
1%
11
1%
-8%
35
1%
36
1%
Produtos Processados
5
0%
7
0%
8
1%
-24%
20
0%
30
1%
Placas
116
9%
31
2%
109
7%
278%
165
4%
305
5%
3T10
2T11
3T11
9M11
9M10
Var.
9M11/9M10
-8%
11%
-16%
-12%
-7%
5%
0%
-32%
-3%
29%
-11%
-16%
-9%
6%
12%
19%
-26%
-21%
-48%
9%
17%
-3%
-31%
-46%
Distribuição de Vendas por Produto - Consolidado
1.915
1.458
1.044
1.187
1.694
1.703
1.615
1.821
1.550
1.579
1.588
1.583
1.406
3T08
4T08
1T09
2T09
3T09
4T09
1T10
2T10
3T10
4T10
1T11
2T11
3T11
Mercado Externo
Mercado Interno
Vendas Consolidadas (mil t)
16%
22%
25%
22%
33%
29%
27%
21%
20%
32%
84% 78% 75% 78% 67% 71% 73% 79% 80% 68% 77% 85% 83%
23%
15%
17%
Produção - Usinas de Ipatinga e Cubatão
No 3T11, a produção de aço bruto nas usinas de Ipatinga e de Cubatão foi de 1,5 milhão
de toneladas, registrando queda de 16,6% em relação ao 2T11. Foi causada pela parada
programada ocorrida durante 20 dias no Alto Forno 2 de Cubatão. A produção de
laminados foi de 1,4 milhão de toneladas, 7,5% abaixo da produção verificada no 2T11.

Vendas
As vendas físicas totais da Usiminas no 3T11 alcançaram 1,4 milhão de toneladas, sendo 83%
destinadas ao mercado interno, o que corresponde a 1,2 milhão de toneladas de produtos.
Já o volume de exportações no 3T11 manteve-se estável em relação ao 2T11 e representou
17% das vendas totais no trimestre.

Mil toneladas
3T11
2T11
3T10
Var.
3T11/2T11
9M11
9M10
Var.
9M11/9M10
Usina de Ipatinga
957
966
1.024
-1%
2.830
2.971
-5%
Usina de Cubatão
592
892
929
-34%
2.360
2.739
-14%
Total
1.549
1.858
1.953
-17%
5.190
5.710
-9%
Produção (Aço Bruto)
background image
Resultados do 3T11 10
Comentário dos Resultados da Unidade de Negócio - Siderurgia
A Siderurgia obteve no 3T11 uma receita líquida de R$2,5 bilhões, 10,1% inferior à receita do
2T11, destacando-se:
O volume de laminados vendidos foi inferior em 177 mil toneladas (-11,2%);
Redução na participação do volume de vendas no mercado interno, que passou de 85%
no 2º trimestre para 83% no 3º trimestre.
Em função de um melhor mix de produtos comercializados no trimestre, houve um aumento de
1% na receita líquida média por tonelada no mercado interno.
No 3T11, o CPV foi de R$2,5 bilhões, inferior em 5,7% em relação ao 2T11, decorrente do
menor volume vendido.
As despesas operacionais foram de R$32 milhões no 3T11, contra uma despesa no 2T11 de
R$95 milhões, destacando-se:
As despesas com vendas foram impactadas positivamente em decorrência,
principalmente, de melhorias nos procedimentos portuários.
Estabilidade nas despesas gerais e administrativas.
Aumento na linha de outras despesas e receitas operacionais, principalmente pelo reflexo
das reversões de contingências judiciais.
Já o EBITDA alcançou no atual trimestre R$83 milhões, sendo 56,1% inferior ao apurado no
2T11, devido principalmente ao decréscimo da receita líquida. A margem também foi inferior
passando de 6,8% no 2T11 para 3,3% no 3T11.

Investimentos
Os investimentos no imobilizado no 3T11 somaram R$532,9 milhões. A siderurgia encontra-se
no final do seu plano de investimentos. Seu principal projeto de investimento é a nova linha de
tiras a quente em Cubatão com start up previsto para 1T12. Representará
investimentos totais de aproximadamente R$2,5 bilhões com capacidade de laminação
de 2,3 milhões de toneladas por ano. Os investimentos somaram aproximadamente R$2,3
bilhões, desde o início do projeto até setembro de 2011.
III)
T
R A N S F O R M A Ç Ã O D O A Ç O
Soluções Usiminas (SU)
A Soluções Usiminas atua nos mercados de distribuição, serviços e tubos de pequeno diâmetro
em todo o país, oferecendo a seus clientes produtos de alto valor agregado. A Empresa tem
capacidade de processar mais de 2 milhões de toneladas de aço por ano em suas 11 unidades
industriais, estrategicamente distribuídas nos Estados do Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas
Gerais, Espírito Santo, Bahia e Pernambuco, atendendo a diversos setores econômicos, tais
como Automobilístico, Autopeças, Construção Civil, Distribuição, Eletroeletrônico, Máquinas e
Equipamentos, Utilidades Domésticas, dentre outros.
As vendas das unidades de negócios distribuição, serviços e tubos de pequeno diâmetro foram
responsáveis por respectivos 45%, 44% e 11% do volume faturado.
Destaques
Otimização de ativo operacional (Unidades da Mooca - SP): visando à eliminação de ociosidade
e a captura de sinergias operacionais entre as plantas industriais, inclusive com redução de
background image
Resultados do 3T11 11
custos e de capital de giro, foram desativadas 3 unidades industriais da Mooca, com
transferência dos equipamentos e do atendimento para as unidades remanescentes, sem
afetar sua capacidade.
Automotiva Usiminas
A Automotiva Usiminas é a única empresa do setor de autopeças no Brasil a produzir peças e
cabines pintadas em sua cor definitiva, do desenvolvimento da matéria-prima ao produto final,
passando pelos processos de estamparia, soldagem, pintura e montagem.
Destaques
Projetos de expansão e melhorias de processos estão sendo implantados em 2011 visando a
adequação do parque fabril para suportar o crescimento de capacidade. São 142 projetos em
um portfólio de aproximadamente R$55 Milhões.
Programa Brasil Maior: novas regras para importação de veículos colocaram a Automotiva
Usiminas como solução para nacionalização de peças e veículos, considerando sua capacidade
de estampagem, soldagem, montagem, pintura e acabamento final de veículos. Todos os
processos relacionados fazem parte da lista dos 11 processos fundamentais definidos pelo
governo, para evitar aumento de IPI.

Comentário dos Resultados da Unidade de Negócio - Transformação do Aço
A receita líquida do 3T11 totalizou R$529 milhões, 4,1% superior ao 2T11. A relação
CPV/receita líquida passou de 89,0% no 2T11 para 92,6% no 3T11. As despesas e receitas
operacionais recuaram 51,0% em relação ao 2T11, destaque para venda de imóveis referente
às 3 unidades industriais da Mooca, na Soluções Usiminas, com ganho de aproximadamente
R$24 milhões. O EBITDA totalizou R$28 milhões, 47,4% superior ao 2T11. A margem de
EBITDA foi superior passando de 3,7% no 2T11 para 5,2% no atual trimestre.
Soluções Usiminas: A receita líquida no 3T11 totalizou R$413 milhões, montante 4%
superior quando comparado ao 2T11. O volume comercializado foi 6% superior ao 2T11 em
função, principalmente, da diminuição dos estoques da cadeia até o final de setembro.
Automotiva Usiminas: a receita líquida atingiu R$89 milhões no atual trimestre, 5,9% acima
da receita registrada no 2T11.
IV)
B E N S DE C A P I T A L
Usiminas Mecânica S.A.
A Empresa atua no setor de bens de capital e figura entre as maiores empresas do Brasil,
neste setor, atuando por áreas de negócios:
Estruturas Metálicas, Pontes e Blanks
Equipamentos Industriais
Montagens Industriais
Fundição e Vagões Ferroviários
Manutenção Industrial

Com foco atualmente para os seguintes segmentos:
Naval, Óleo & Gás: avança na implementação de sua estratégia para atender o mercado
Offshore com o fornecimento de blocos navais de pequeno porte para embarcações
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Resultados do 3T11 12
Platform Supply Boat e Rebocadores, desenvolvendo know-how para projetos ainda
maiores;
Siderurgia e Mineração: busca soluções integradas e projetos turn key. Possui em carteira
o Sistema de Desgaseificação a Vácuo da usina da Usiminas em Ipatinga;
Infraestrutura: reconhecida neste segmento, está atuando nas obras dos eventos
esportivos da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas em 2016, por meio de obras em
estádios, passarelas, viadutos, edifícios-garagem, aeroportos e shopping centers;
Energia Elétrica: capacitada a fornecer equipamentos para Usinas Hidroelétricas e PCHs,
tem em sua carteira projetos para o Complexo do Rio Madeira (UHE Santo Antônio e UHE
Jirau) e busca novos empreendimentos, como a UHE Belo Monte.

Destaques
No 3T11, a Empresa foi vencedora de importantes licitações, conforme descrito abaixo:
Estruturas Metálicas para a cobertura do Estádio do Maracanã ­ visando a Copa do
mundo em 2014.
Estruturas Metálicas dos Edifícios dos Laminadores do Grupo Gerdau em
Pindamonhangaba/SP e em Santa Cruz/RJ.
Fabricação de 30 Silos Metálicos para o projeto de expansão da mina de Carajás da
VALE.
Estruturas Metálicas para atender a expansão da Mineração Usiminas.
Em 30 de setembro, a carteira de projetos de longo prazo totalizava R$847 milhões.
Investimentos
Em fase final os investimentos realizados na fundição, com inauguração prevista para
Novembro/2011, passará a ser a mais moderna fundição da América Latina.
Iniciado novo investimento no valor de R$137 milhões para construção de uma fábrica
em Pernambuco (complexo do Suape) para produção de painéis metálicos com foco no
mercado naval. Esta fábrica terá capacidade de produção de 65.000 toneladas por ano
e sua operação está prevista para iniciar no último trimestre de 2012.
Aquisição de Torno Vertical para usinagem de peças, pesando até 100 toneladas, para
atender a demanda da área de fundição e o setor de energia elétrica (UHE's).


Comentário dos Resultados da Unidade de Negócio - Bens de Capital
A receita líquida apurada no 3T11 foi de R$369 milhões, 3,9% superior quando comparada ao
2T11. A relação CPV/receita líquida reduziu de 88,5% no 2T11 para 86,7% no 3T11 e o lucro
bruto alcançou R$49 milhões no trimestre, 16,7% superior ao 2T11. O EBITDA do 3T11
totalizou R$32 milhões, superior em R$7 milhões ao alcançado no 2T11 e a margem de
EBITDA atingiu 8,7%. Conforme mencionado acima o destaque do trimestre foi para os
projetos do segmento de Montagem Industrial.



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Resultados do 3T11 13
Eventos subsequentes ao fechamento do trimestre
Captação ­ Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ­
BNDES
Em 28 de outubro de 2011, o Conselho de Administração aprovou a participação da
Companhia, como Beneficiária no Contrato de Financiamento junto ao BNDES, no valor de
R$318,5 milhões.
Contrato de limite de crédito rotativo ­ Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social ­ BNDES
Em 28 de outubro de 2011, o Conselho de Administração aprovou a participação da
Companhia, como Beneficiária numa Linha de Crédito Rotativo de 5 anos junto ao BNDES no
valor de R$2.018,6 milhões.

Mercado de Capitais
Desempenho na BM&FBOVESPA
A ação ordinária (USIM3) da Usiminas encerrou o 3T11 cotada a R$21,50 e a ação preferencial
(USIM5) a R$10,52. A desvalorização no trimestre da USIM3 foi de 8,4% e da USIM5 foi de
23,2%. No mesmo período, o Ibovespa registrou uma desvalorização de 16,2%.

Bolsas Estrangeiras
OTC ­ Nova York
A Usiminas tem American Depositary Receipts (ADRs) negociados no mercado de balcão
americano (denominado OTC - over-the-counter): o USDMY, com lastro nas ações ordinárias, e
o USNZY, com lastro em ações preferenciais classe A. Em 30/09/2011, o ADR USNZY, de
maior liquidez, estava cotado a US$6,24 e apresentou uma desvalorização no trimestre de
28,7%.

Latibex ­ Madri
Em 30/09/2011, a ação XUSI (preferencial) encerrou cotada a 4,35, apresentando
desvalorização de 28,0%. A ação XUSIO (ordinária) encerrou cotada a 8,35, com uma
desvalorização no trimestre de 20,5%.





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Resultados do 3T11 14

Para mais informações:
Cristina Morgan C. Drumond
cristina.drumond@usiminas.com
31-3499-8772
Leonardo Karam Rosa
leonardo.rosa@usiminas.com
31-3499-8056
Diogo Dias Gonçalves
diogo.goncalves@usiminas.com
31-3499-8710
Luciana Valadares dos Santos
luciana.santos@usiminas.com
31-3499-8619
Mariana Paes Campolina
mariana.paes@usiminas.com
31-3499-8617
GERÊNCIA GERAL DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES
Financial Investor Relations Brasil Banco Custodiante das Ações
ADR ­ Banco Depositário
Ligia Montagnani ­ Consultora
Departamento de Acionistas
Tel.: (11) 3500-5558
Fone: (11) 3684-9495
ligia.montagnani@firb.com
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Horário em Brasília: às 11:30h
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Em Português - Tradução Simultânea para Inglês
Demais países: (1 786) 924.6977
O áudio da teleconferência será transmitido ao vivo pela internet
Audio replay disponível pelo telefone (11) 4688.6312
3T11 Teleconferência de Resultados - Data 08/11/2011
Horário em Nova York: às 08:30h
Telefone para conexão:
Veja apresentação de slides no website: www.usiminas.com/ri
EUA: (1 888) 700.0802















Declarações contidas neste comunicado relativas às perspectivas dos negócios, projeções de resultados operacionais e financeiros e
referências ao potencial de crescimento da Companhia constituem meras previsões, baseadas nas expectativas da Administração
em relação ao seu desempenho futuro. Essas expectativas são altamente dependentes do comportamento do mercado, da situação
econômica do Brasil, da indústria e dos mercados internacionais, portanto sujeitas a mudanças.
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Resultados do 3T11 15
Ativo
30/set/11
30/jun/11
Circulante
13.692.473
13.821.404
Disponibilidades
5.503.112
5.629.542
Contas a Receber
1.384.575
1.646.133
Impostos a Recuperar
929.772
992.615
Estoques
5.528.118
5.243.236
Adiantamento de fornecedores
70.551
79.460
Instrumentos financeiros
24.485
21.055
Outros Títulos e Valores a Receber
251.860
209.363
Realizável a Longo Prazo
1.798.394
1.423.919
Impostos Diferidos
691.170
420.971
Depósitos Judiciais
440.614
462.317
Valores a Receber de Empresas Ligadas
5.775
5.834
Impostos a Recuperar
161.994
161.215
Instrumentos Financeiros
443.797
319.718
Outros
55.044
53.864
Permanente
17.500.016
16.981.481
Investimentos
436.121
423.836
Imobilizado
15.343.202
14.830.640
Intangível
1.720.693
1.727.005
Total do Ativo
32.990.883
32.226.804
Balanço Patrimonial - Ativo - Consolidado
IFRS - R$ mil
30/set/11
30/jun/11
4.313.812
3.970.111
Empréstimos e Financiamentos e Tributos Parcelados
1.328.379
1.178.069
Fornecedores, Empreiteiros e Fretes
1.832.838
1.613.315
Salários e encargos sociais
362.443
331.438
Tributos e impostos a recolher
289.749
261.434
Valores a Pagar a Sociedades Ligadas
61.540
63.168
Instrumentos Financeiros
53.861
48.167
Dividendos a Pagar
1.830
2.347
Adiantamento de clientes
190.627
280.188
Outros
192.545
191.985
9.592.705
9.148.310
Empréstimos e Financiamentos e Tributos Parcelados
7.325.523
6.919.663
Passivo Atuarial
1.316.302
1.319.506
Contingências
235.728
317.142
Instrumentos Financeiros
541.402
401.800
Provisão para Recuperação Ambiental
124.509
123.266
Outros
49.241
66.933
19.084.366
19.108.383
Capital Social
12.150.000
12.150.000
Reservas e Lucro Acumulados
5.206.088
5.281.173
Participação dos Acionistas não Controladores
1.728.278
1.677.210
32.990.883
32.226.804
Circulante
Exigível a Longo Prazo
Balanço Patrimonial - Passivo - Consolidado
IFRS - R$ mil
Patrimônio Líquido
Total do Passivo
Passivo

background image
Resultados do 3T11 16
R$ mil
3T11
2T11
3T10
Var.
3T11/2T11
Receita Líquida de Vendas
2.998.154
3.025.659
3.240.502
-1%
Mercado Interno
2.649.878
2.625.022
2.874.177
1%
Mercado Externo
348.276
400.637
366.325
-13%
Custo dos Produtos Vendidos
(2.650.104)
(2.605.607)
(2.437.079)
2%
Lucro Bruto
348.050
420.052
803.423
-17%
Margem Bruta
11,6%
13,9%
24,8%
-2,3 p.p.
(Despesas) Receitas Operacionais
(116.452)
(198.338)
(253.056)
-41%
Vendas
(88.339)
(95.242)
(111.059)
-7%
Gerais e Administrativas
(130.904)
(135.635)
(132.610)
-3%
Outras (Despesas) Receitas
102.791
32.539 (9.387)
216%
Lucro Operacional antes das Desp.Fin.
231.598
221.714
550.367
4%
Margem Operacional
7,7%
7,4%
17,0%
+0,3 p.p.
(Despesas) Receitas Financeiras
(195.766)
45.615
144.152
-
Receitas Financeiras
653.858 (7.282)
76.282
-
Despesas Financeiras
(849.624)
52.897
67.870
-
Resultado de Equivalência Patrimonial em Coligadas e Controladas
13.263
13.721
10.929
-3%
Lucro (Prejuízo) Operacional
49.095
281.050
705.448
-83%
Imposto de Renda / Contribuição Social
104.937 (124.451)
(239.588)
-
Lucro (Prejuízo) Líquido do Exercício das Operações Continuadas
154.032
156.599
465.860
-2%
Lucro (Prejuízo) Líquido das Operações Descontinuadas
-
- 47.974
-
Lucro (Prejuízo) Líquido do Exercício
154.032
156.599
513.834
-2%
Margem Líquida
5,1%
5,3%
15,8%
-0,2 p.p.
Atribuível:
Aos acionistas da companhia
102.964
111.632
514.041
-8%
Participação dos não controladores
51.068
44.967 (207)
14%
EBITDA
343.322
365.260
735.307
-6%
Margem EBITDA
11,5%
12,1%
22,7%
-0,6 p.p.
Depreciação e amortização
214.017
215.160
204.530
-1%
Provisões
(102.293)
(71.614)
(19.590)
43%
Demonstração do Resultado Trimestral - Consolidado
IFRS
R$ mil
9M11
9M10
Var.
9M11/9M10
Receita Líquida de Vendas
9.087.289
9.869.935
-8%
Mercado Interno
7.843.451
8.532.253
-8%
Mercado Externo
1.243.838
1.337.682
-7%
Custo dos Produtos Vendidos
(8.020.468)
(7.540.286)
6%
Lucro Bruto
1.066.821
2.329.649
-54%
Margem Bruta
11,7%
23,6%
-11,9 p.p.
(Despesas) Receitas Operacionais
(452.278)
(563.703)
-20%
Vendas
(294.721)
(283.095)
4%
Gerais e Administrativas
(392.427)
(378.542)
4%
Outras (Despesas) Receitas
234.870
97.934
140%
Lucro Operacional antes das Desp.Fin.
614.543
1.765.946
-65%
Margem Operacional
6,8%
17,9%
-11,1 p.p.
(Despesas) Receitas Financeiras
(106.678)
(28.097)
280%
Receitas Financeiras
722.369
237.140
205%
Despesas Financeiras
(829.047)
(265.237)
213%
Resultado de Equivalência Patrimonial em Coligadas e Controladas
44.960
39.969
12%
Lucro (Prejuízo) Operacional
552.825
1.777.818
-69%
Imposto de Renda / Contribuição Social
(101.254)
(614.118)
-84%
Lucro (Prejuízo) Líquido do Exercício das Operações Continuadas
451.571
1.163.700
-61%
Lucro (Prejuízo) Líquido das Operações Descontinuadas
(124.919)
140.073
-
Lucro (Prejuízo) Líquido do Exercício
326.652
1.303.773
-75%
Margem Líquida
3,6%
13,2%
-9,6 p.p.
Atribuível:
Aos acionistas da companhia
188.506
1.286.068
-85%
Participação dos não controladores
138.146
17.705
680%
EBITDA
1.045.588
2.317.767
-55%
Margem EBITDA
11,5%
23,5%
-12,0 p.p.
Depreciação e amortização
642.417
604.977
6%
Provisões
(211.372)
(53.156)
298%
Demonstração do Resultado Acumulado - Consolidado
IFRS

background image
Resultados do 3T11 17
R$ mil
3T11
3T10
Fluxos de Caixa das Atividades Operacionais
Lucro Líquido do Exercício
154.032
513.834
Encargos e Var. Monetárias/Cambiais líquidas
661.893
(186.839)
Despesas de Juros
155.259
133.833
Depreciação e Amortização
214.017
204.530
Resultado na venda de imobilizado
(25.293)
576
Resultado de Equivalência Patrimonial em Coligadas e Controladas
(13.263)
(10.929)
Resultado das operações descontinuadas
0
(47.974)
Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos
(104.937)
239.588
Constituição (reversão) de Provisões
(69.511)
(19.774)
Ganhos e perdas atuariais
(21.720)
(20.042)
Hedge accounting
(216.371)
0
Total
734.106
806.803
(Acréscimo)/Decréscimo de Ativos
Títulos e Valores Imobiliários
(376.590)
26.507
Contas a Receber de Clientes
261.558
367.220
Estoques
(284.882)
(1.011.552)
Impostos a Recuperar
51.890
(50.361)
Depósitos Judiciais
19.546
1.293
Valores a Receber de Empresas Ligadas
59
572
Outros
(37.312)
(32.782)
Total
(365.731)
(699.103)
Acréscimo/(Decréscimo) de Passivos
Fornecedores, Empreiteiros e Fretes
221.470
2.761
Valores a Pagar a Sociedades Ligadas
(11.307)
(1.331)
Adiantamentos de Clientes
(89.561)
38.817
Tributos a Recolher
(24.945)
(85.934)
Passivo Atuarial pago
(39.423)
(36.636)
Outros
31.046
(127.410)
Total
87.280
(209.733)
Caixa Proveniente das atividades Operacionais
455.655 (102.033)
Juros Pagos
(103.955)
(92.880)
Imposto de Renda e Contribuição Social
(39.696)
(109.289)
Caixa Líquido Proveniente das Atividades Operacionais
312.004 (304.202)
Fluxos de caixa das Atividades de Investimentos
Valor recebido pela alienação de investimentos
0
0
Valor pago pela aquisição de investimentos
(800)
127
Compras de imobilizado
(688.287)
(685.361)
Valor recebido pela venda de imobilizado
51.223
0
Compras de ativos intangíveis
(1.767)
(11.943)
Dividendos Recebidos
1.757
444
Caixa Líquido Aplicado nas Atividades de Investimentos
(637.874) (696.733)
Fluxos de Caixa das Atividades de Financiamentos
Ingressos de Emprést., Financiam. e Debêntures
39.755
1.457.657
Pagamentos de Emprést., Financ. e Debênt.
(205.541)
(163.641)
Pagamentos de tributos parcelados
(9.722)
(15.931)
Resgate de Operações de Swap
(4.319)
(588)
Dividendos e Juros sobre Capital Próprio
(8)
(82)
Caixa Líquido Proveniente das (Aplicado nas) Atividades de Financiamentos
(179.835) 1.277.415
Variação cambial sobre caixa e equivalentes de caixa
2.685 10.793
Aumento (redução) Líquido de Caixa e Equivalentes de Caixa
(503.020) 287.273
Caixa e Equivalentes de Caixa no Início do Exercício
3.640.345
2.634.281
Caixa e Equivalentes de Caixa no Final do Exercício
3.137.325
2.921.554
CONCILIAÇÃO COM A LINHA DE DISPONIBILIDADES NO BALANÇO
Saldo inicial Caixa
3.640.345
2.634.281
Saldo inicial de Títulos e valores mobiliários
1.989.197
1.033.259
Disponibilidades no início do exercício
5.629.542
3.667.540
Aumento (redução) líquido de caixa e equivalentes de caixa
(503.020)
287.273
Aumento (redução) líquido de títulos
376.590
(26.507)
Saldo final Caixa
3.137.325
2.921.554
Saldo final de Títulos
2.365.787
1.006.752
Disponibilidades no final do exercício
5.503.112
3.928.306
Fluxo de Caixa - Consolidado
IFRS
background image
Resultados do 3T11 18
R$ mil
9M11
9M10
Fluxos de Caixa das Atividades Operacionais
Lucro Líquido do Exercício
326.652
1.303.773
Encargos e Var. Monetárias/Cambiais líquidas
445.212
(77.152)
Despesas de Juros
405.025
290.996
Depreciação e Amortização
642.417
604.977
Resultado na venda de imobilizado
(43.648)
3.166
Resultado de Equivalência Patrimonial em Coligadas e Controladas
(44.960)
(39.969)
Resultado das operações descontinuadas
124.919
(140.073)
Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos
101.254
614.118
Constituição (reversão) de Provisões
(72.817)
(35.047)
Ganhos e perdas atuariais
(65.159)
(60.126)
Hedge accounting
(216.371)
0
Total
1.602.524
2.464.663
(Acréscimo)/Decréscimo de Ativos
Títulos e Valores Imobiliários
(1.968.000)
(21.901)
Contas a Receber de Clientes
376.176
(137.380)
Estoques
(629.807)
(1.373.257)
Impostos a Recuperar
(106.483)
(46.074)
Depósitos Judiciais
(12.105)
(18.468)
Valores a Receber de Empresas Ligadas
185
1.052
Outros
(84.233)
(32.408)
Total
(2.424.267)
(1.628.436)
Acréscimo/(Decréscimo) de Passivos
Fornecedores, Empreiteiros e Fretes
741.266
303.779
Valores a Pagar a Sociedades Ligadas
(36.771)
(21.102)
Adiantamentos de Clientes
9.899
161.682
Tributos a Recolher
(14.745)
(23.738)
Passivo Atuarial pago
(117.267)
(109.410)
Outros
(55.627)
(94.487)
Total
526.755
216.724
Caixa Proveniente das atividades Operacionais
(294.988) 1.052.951
Juros Pagos
(354.250)
(289.901)
Imposto de Renda e Contribuição Social
(165.753)
(320.544)
Caixa Líquido Proveniente das Atividades Operacionais
(814.991) 442.506
Fluxos de caixa das Atividades de Investimentos
Valor recebido pela alienação de investimentos
1.656.740
0
Valor pago pela aquisição de investimentos
(863)
(32.400)
Compras de imobilizado
(1.843.275)
(2.199.896)
Valor recebido pela venda de imobilizado
52.482
0
Compras de ativos intangíveis
(4.146)
(14.274)
Dividendos Recebidos
14.077
43.239
Caixa Líquido Aplicado nas Atividades de Investimentos
(124.985) (2.203.331)
Fluxos de Caixa das Atividades de Financiamentos
Ingressos de Emprést., Financiam. e Debêntures
948.756
3.589.667
Pagamentos de Emprést., Financ. e Debênt.
(617.558)
(595.344)
Pagamentos de tributos parcelados
(24.530)
(36.364)
Resgate de Operações de Swap
(23.945)
(9.906)
Dividendos e Juros sobre Capital Próprio
(341.018)
(380.207)
Caixa Líquido Proveniente das (Aplicado nas) Atividades de Financiamentos
(58.295) 2.567.846
Variação cambial sobre caixa e equivalentes de caixa
(10.183) 16.337
Aumento (redução) Líquido de Caixa e Equivalentes de Caixa
(1.008.454) 823.358
Caixa e Equivalentes de Caixa no Início do Exercício
4.145.779
2.098.196
Caixa e Equivalentes de Caixa no Final do Exercício
3.137.325
2.921.554
CONCILIAÇÃO COM A LINHA DE DISPONIBILIDADES NO BALANÇO
Saldo inicial Caixa
4.145.779
2.098.196
Saldo inicial de Títulos e valores mobiliários
397.787
984.851
Disponibilidades no início do exercício
4.543.566
3.083.047
Aumento (redução) líquido de caixa e equivalentes de caixa
(1.008.454)
823.358
Aumento (redução) líquido de títulos
1.968.000
21.901
Saldo final Caixa
3.137.325
2.921.554
Saldo final de Títulos
2.365.787
1.006.752
Disponibilidades no final do exercício
5.503.112
3.928.306
Fluxo de Caixa - Consolidado
IFRS